Ueber die pygidialdruese von enhydrus sulcatus (Wied., 1821) (Coleoptera, Gyrinidae)

Autor Principal: Barth,Rudolf
Tipo: Artigo
Idioma: Alemão
Publicado em: Memórias do Instituto Oswaldo Cruz 19601101
Link Texto Completo: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0074-02761960000200001
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As glândulas pigidiais, pares, de enhydrus sulcatus abrem-se, em cada lado, na região pleural do 8º segmento abdominal.

A glândula possui um ducto excretor.

Sua continuação apical forma um volumoso reservatório dilatável, revestido por um retículo muscular que espreme a secreção.

Entre estas duas partes, encontra-se uma válvula, para regular a passagem das secreções, caraterisada por uma estrutura cuticular especial.

Na região inicial do reservatório estende-se uma placa glandular.

Antes da válvula nasce um tubo glandular composto de um canal central e divertículos laterais.

As células da placa glandular produzem uma substância aquosa, possuindo sòmente poucos componentes orgãnicos e que consideramos como sendo o veículo das secreções oleosas do tubo glandular.

As células glandulares possuem um aparêlho excretor intra-celular, denominado, por outros autores, como "Binnenblase" (vesícula interna), enquanto que nós o consideramos como sendo um verdadeiro rabdório.

O fino tubo cuticular, que penetra neste complexo rabdorial, formando a parte inicial do tubo excretor, representa o verdadeiro pólo apical da célula glandular.