Associação da má evolução clínica e duração do sono entre pacientes com câncer de mama

Autor Principal: Mansano-Schlosser, Thalyta CristinaCeolim, Maria Filomena
Tipo:
Idioma: enespt
Publicado em: Rev. Latino-Am. EnfermagemRevista Latino-Americana de Enfermagem
Link Texto Completo: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&lang=pt&pid=S0104-11692017000100347
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RESUMO Objetivo: mensurar a associação entre evolução clínica e qualidade e duração do sono em mulheres com câncer de mama.

Método: estudo longitudinal, com 114 participantes, realizado em um hospital do Brasil.

Os instrumentos utilizados foram: questionário para caracterização sociodemográfica e clínica, Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh; Inventário de Depressão de Beck e Escala de Esperança de Herth.

Os dados foram analisados via análises descritivas e de sobrevivência (resultado: evolução clínica desfavorável), utilizando-se a curva de Kaplan-Meier, o teste log-rank e o modelo proporcional de Cox.

Resultados: verificou-se maior probabilidade de evolução clínica desfavorável em mulheres com duração de sono inferior a seis ou mais de nove horas (p = 0,0173).

Conclusão: os resultados sugerem a importância de mais estudos que buscam verificar se a gestão quantitativa dos distúrbios do sono teria um impacto sobre a evolução do câncer de mama.

As mulheres devem ser encorajadas a relatar isso espontaneamente aos enfermeiros.

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